A NICE anuncia seus resultados do segundo trimestre, encerrado em 30 de junho de 2016.

“Temos o prazer de reportar mais um trimestre de resultados sólidos no segundo trimestre de 2016. Registramos um volume de receitas não GAAP de US$ 235 milhões, o que representa um aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desconsiderando-se o impacto das variações cambiais, o crescimento das receitas não GAAP foi de dois dígitos, alcançando a marca de 10%. O aumento da receita, combinado com a excelência operacional, resultaram em mais um trimestre de crescimento significativo no lucro por ação não GAAP da empresa. O lucro por ação não GAAP referente ao segundo trimestre de 2016 aumentou 23% em relação ao mesmo período do ano anterior”, diz Barak Eilam, diretor executivo (CEO) da NICE.

Eilam continua: “Nós vivenciamos uma aceleração significativa no desempenho de soluções analíticas e em nuvem. Nossas soluções analíticas continuam sendo o principal fator de impulsão do crescimento global da empresa, à medida que um número cada vez maior de clientes (tanto novos quanto antigos) vem aplicando rapidamente estas  soluções  em uma grande quantidade de casos. Além disso, desde o anúncio da aquisição da inContact - líder do mercado de Contact Centers em nuvem - temos recebido feedbacks muito positivos de clientes e parceiros. Presenciamos um aumento no número de organizações focadas em atendimento ao cliente que estão buscando soluções em nuvem, e a união da NICE com a inContact criou uma empresa muito bem posicionada para assumir a liderança nesta nova configuração de mercado”.

Declaração de dividendos
A empresa declarou um dividendo em dinheiro para o segundo trimestre de 2016 de US$ 0,16 por ação. A data de registro será 15 de agosto de 2016, e a data de pagamento será 31 de agosto de 2016. Será retido imposto a uma taxa de 15%.

Destaques financeiros GAAP do segundo trimestre, encerrado em 30 de junho:
Os dados financeiros GAAP a seguir, exceto fluxo de caixa e saldo de caixa, são provenientes de operações contínuas, excluindo-se os resultados das divisões de Inteligência e Segurança Física em 2016 e 2015.

Receitas:
As receitas totais do segundo trimestre de 2016 aumentaram em 6%, alcançando US$ 228,5 milhões, em comparação com os US$ 215,7 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Lucro bruto:
O lucro bruto e a margem bruta do segundo trimestre de 2016 foram de US$ 146,1 milhões e 63,9%, respectivamente, comparados a US$ 141,8 milhões e 65,8%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro operacional:
O lucro operacional e a margem operacional do segundo trimestre de 2016 foram de US$ 23,5 milhões e 10,3%, respectivamente, comparados a US$ 31,4 milhões e 14,5%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro líquido proveniente de operações contínuas:
O lucro líquido e a margem líquida do segundo trimestre de 2016 foram de US$ 25,4 milhões e 11,1%, respectivamente, comparados a US$ 25,7 milhões e 11,9%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro totalmente diluído por ação proveniente de operações contínuas:
O lucro totalmente diluído por ação do segundo trimestre de 2016 foi de US$ 0,42, mantendo o mesmo valor registrado no mesmo período do ano anterior.

Fluxo de caixa operacional e saldo de caixa:
O fluxo de caixa operacional do segundo trimestre de 2016 foi de US$ 30,3 milhões. No segundo trimestre, US$ 9,4 milhões foram utilizados para recompra de ações e US$ 9,5 milhões para quitar dividendos. Até 30 de junho de 2016, o total de caixa e equivalentes de caixa, os investimentos de curto prazo e os títulos e valores mobiliários comercializáveis eram de US$ 775,6 milhões, sem dívidas.

Destaques financeiros não GAAP do segundo trimestre, encerrado em 30 de junho:
Os dados financeiros não GAAP a seguir são provenientes de operações contínuas, excluindo-se os resultados das divisões de Inteligência e Segurança Física em 2016 e 2015.

Receitas:
As receitas totais não GAAP do segundo trimestre de 2016 foram de US$ 235,4 milhões - 9,1% a mais que os US$ 215,7 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Lucro bruto:
O lucro bruto não GAAP e a margem bruta não GAAP do segundo trimestre de 2016 aumentaram para US$ 165,8 milhões e 70,4%, respectivamente, comparados a US$ 149,3 milhões e 69,2%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro operacional:
O lucro operacional não GAAP e a margem operacional não GAAP do segundo trimestre de 2016 aumentaram para US$ 56,6 milhões e 24,0%, respectivamente, comparados a US$ 48,1 milhões e 22,3%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro líquido proveniente de operações contínuas:
O lucro líquido não GAAP e a margem líquida não GAAP do segundo trimestre de 2016 aumentaram para US$ 47,9 milhões e 20,4%, respectivamente, comparados a US$ 39,5 milhões e 18,3%, respectivamente, no mesmo período do ano anterior.

Lucro totalmente diluído por ação provenientes de operações contínuas:
O lucro totalmente diluído por ação não GAAP do segundo trimestre de 2016 aumentou em 23,4%, chegando a US$ 0,79, comparado a US$ 0,64 no mesmo período do ano anterior.

Orientação para o terceiro trimestre e o exercício completo de 2016:
Terceiro trimestre de 2016: as receitas totais não GAAP do terceiro trimestre de 2016 devem ficar entre US$ 234 milhões e US$ 244 milhões. Os lucros totalmente diluídos por ação não GAAP do terceiro trimestre de 2016 devem ficar entre US$ 0,78 e US$ 0,84.

Exercício completo de 2016:
As receitas totais não GAAP do exercício completo de 2016 devem ficar entre US$ 995 milhões e US$ 1.015 milhões. A empresa aumentou sua expectativa de lucro totalmente líquido por ação não GAAP para o exercício completo de 2016 para algo entre US$ 3,48 e US$ 3,58.

As medidas financeiras não GAAP consistem em medidas financeiras GAAP ajustadas para desconsiderar: amortização de ativos intangíveis adquiridos, despesas de reorganização, remuneração baseada em ações e certos lançamentos contábeis de combinação de negócios, liquidação e ajustes fiscais e não GAAP. A finalidade de tais ajustes é dar uma indicação de nosso desempenho exclusivo dos encargos não monetários e outros itens que são considerados pela administração como não pertencentes aos nossos resultados operacionais centrais. As nossas medidas financeiras não GAAP não devem ser consideradas isoladamente ou no lugar de medidas GAAP comparáveis​​, e só devem ser lidas em conjunto com nossas demonstrações financeiras consolidadas, preparadas de acordo com as normas GAAP.

Nossa gerência utiliza internamente com frequência nossas medidas financeiras não GAAP complementares para compreender, gerenciar e avaliar nossos negócios e tomar decisões operacionais. Estas medidas não GAAP estão entre os principais fatores utilizados pela gerência no planejamento e na previsão de períodos futuros. As regras contábeis de combinação de negócios nos obrigam a reconhecer uma obrigação de desempenho legal relacionada a um arranjo de receita de uma entidade adquirida. O valor atribuído a essa responsabilidade deve ser baseado em seu valor de mercado na data de aquisição.

O ajuste não GAAP pretende refletir o montante total dessa receita. Acreditamos que este ajuste é útil para os investidores como uma medida do desempenho contínuo de nossos negócios. Acreditamos que estas medidas financeiras não GAAP forneçam medidas consistentes e comparáveis ​​para ajudar os investidores a entender o desempenho do nosso fluxo de caixa operacional atual e futuro. Estas medidas financeiras não GAAP podem apresentar diferenças significativas em relação às medidas financeiras não GAAP utilizadas por outras empresas. A reconciliação entre os resultados GAAP e não GAAP é fornecida em uma tabela imediatamente após as Demonstrações de resultados consolidados.

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