A Stefanini foi nomeada como empresa destaque em crescimento consistente no índice de internacionalização do Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras 2015,  divulgado nessa quarta-feira pela Fundação Dom Cabral. O estudo anual mostra países e regiões onde as multinacionais brasileiras estão mais presentes, dados de desempenho das empresas, expectativas futuras e tendências quanto à expansão, estabilidade ou retração das operações.  No ranking geral, a Stefanini ocupa a 5ª colocação, atrás da Fitesa, Construtora Norberto Odebrecht, InterCement e Gerdau. Quando o critério de av aliação é o número de países onde a empresa está presente e o índice de ativos, a Stefanini aparece em 2º lugar.

Presente em 34 países, a Stefanini anunciou faturamento de R$ 2,35 bilhões em 2014 e espera manter o ritmo de crescimento ao longo de 2015. Só esse ano foram cinco movimentações importantes: fusão com a IHM Engenharia, joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market, lançamento da Inspiring, braço de telecomunicações da Stefanini; criação de escritório em Ontário, no Canadá, e aquisição de 40% da gaúcha Saque e Pague com o objetivo de oferecer serviços inovadores para o varejo.

“A internacionalização é um dos pilares mais importantes dentro da estratégia de crescimento do Grupo”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO global do Grupo Stefanini. “Temos muito orgulho de figurar entre os primeiros, o que demonstra que estamos no caminho certo ao investir em oportunidades em outros países”, comemora o executivo.

Para calcular o grau de internacionalização das companhias, o estudo da Fundação Dom Cabral avaliou quatro indicadores empresarias que, agregados, compõem o grau de internacionalização das empresas brasileiras: o número de países onde as empresas possuem subsidiárias, a relação da receita bruta no exterior sobre o total; o valor dos ativos no exterior sobre o total; e o número de funcionários no exterior sobre o total.

A cada ano, a pesquisa apresenta um enfoque particular e inédito. Na edição de 2015, em que se comemoram os 10 anos de realização do estudo pelo Núcleo de Estratégia e Negócios Internacionais da Fundação Dom Cabral, o Ranking apresenta os resultados de uma investigação sobre Adaptação Cultural, ou seja, a capacidade das multinacionais brasileiras se adaptarem à cultura dos países em que atuam. Segundo a Fundação Dom Cabral, as diferenças culturais, muitas vezes subestimadas, são o principal fator de fracasso nas operações internacionais.

Em função do atual momento brasileiro, a pesquisa avaliou, ainda, a influência do Cenário Político-Econômico do Brasil na atuação das multinacionais brasileiras.

Reforço na internacionalização
O reforço nas operações existentes, assim como as aquisições, continuam sendo parte importante do plano estratégico de crescimento da Stefanini no mercado global, com foco nos Estados Unidos e Ásia.

Para o CEO global da Stefanini, a Ásia é um pilar importante para o crescimento em médio e longo prazos. “Trata-se de uma região que vem se desenvolvendo rapidamente e os mercados mais maduros economicamente demandam um grande volume de serviços de tecnologia”, afirma o executivo. Na Malásia, a Stefanini complementa a oferta global com seis idiomas adicionais, ao lado dos demais delivery centers nos Estados Unidos, América Latina, Romênia, Polônia, Filipinas, China e Índia.

Com a presença em 34 países, a Stefanini reforça o seu posicionamento como parceiro global de soluções de negócios baseadas em tecnologia. O atendimento em 35 idiomas confere uma posição privilegiada e altamente competitiva para a oferta da Stefanini.

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