O desemprego no Brasil atinge 11,6 milhões de pessoas, cerca de 11% da população do país, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas quando se trata dos jovens entre 18 e 24 anos, esse número supera o dobro da média nacional, chegando a 25,7%. Como oportunidade para essa faixa etária, geralmente em busca do primeiro emprego, surgem empresas como a AlmavivA, que mais acolhe e desenvolve esses jovens no início de suas carreiras.

"Uma grande parte de nossos colaboradores está em seu primeiro emprego. Oferecer essa oportunidade é algo extremamente importante para a AlmavivA, pois visa a construção desses indivíduos como cidadãos, consumidores e parte integrante do crescimento da economia", explica Francesco Renzetti, CEO da AlmavivA do Brasil. No Nordeste, a empresa conta com mais de 19.000 profissionais, 60% tem até 25 anos, e 70% está em seu primeiro emprego.

Em Alagoas, onde a AlmavivA concentra maior presença e, que, segundo dados divulgados pelo IBGE em junho do ano passado, estava entre os seis Estados com maior número de jovens desempregados no país, a companhia tem 66% do seu quadro de colaboradores com idade entre 18 e 25 anos, sendo 60% em sua primeira oportunidade de trabalho. "Desde 2014 estamos instalados na capital alagoana e atualmente somos os responsáveis por mais de oito mil empregos diretos.

Continuamos a investir na contratação desses profissionais por ser um meio de prepará-los para os desafios que virão em suas carreiras", conta o executivo.
Vale ressaltar que, além dos empregos diretos, são geradas vagas e oportunidades em áreas como transporte, alimentação, obras, manutenção e outras, em número equivalente a 40% dos colaboradores da empresa, que, em Maceió, alcança mais de 3.000 pessoas.

Isso gera um grande impacto positivo na vida desses jovens, pois os ajuda a superar a maior barreira na conquista da primeira oportunidade - a exigência de experiência anterior - dificuldade encontrada por 77% dos jovens brasileiros, segundo levantamento feito pela empresa argentina de pesquisa em tendências Trendsity e pelo McDonald’s. A pesquisa apontou ainda que, com o primeiro emprego, 44% dos entrevistados espera adquirir experiência em trabalho em equipe, bem como aprender outros idiomas.

Francesco enfatiza também que a empresa busca sempre desenvolver um trabalho focado em oportunidades de projeção profissional, e também estimulando a inclusão. "Acreditamos que cada colaborador é parte importante de um todo. Por isso, proporcionamos oportunidades internas de crescimento e de evolução na carreira. Hoje, boa parte de nosso quadro é ocupado por pessoas que começaram em outras funções e cresceram dentro da companhia e, somente no Nordeste, 2.215 atendentes foram promovidos nos últimos cinco anos. Além disso, para nós é imprescindível manter um ambiente de trabalho inclusivo, propício à interação, diálogo e, principalmente, sem discriminação. Fazemos isso fomentando a equidade entre gêneros, etnias, faixa etária - contando, nessa região, com quase 150 funcionários com mais de 50 anos, além de incluir diversas pessoas com necessidades especiais", diz.

Por esse trabalho a empresa recebeu, em janeiro deste ano, da Astra - Direitos Humanos e Cidadania LGBT, de Aracaju, um importante prêmio em reconhecimento às ações e oportunidades para pessoas trans.

Pode te interessar

AlmavivA compra empresa de contact center do Bradesco

AlmavivA do Brasil inaugura central de monitoramento de serviços em tempo real

AlmavivA do Brasil é a segunda maior empregadora de capital fechado no País